#8, 24 de março

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  • #8

    O interessante da convivência (mesmo que incorpórea, por meios eletrônicos) é que ela acaba gerando certas sincronias e consonâncias. A cada edição que passa, os textos da linda aprofundam suas afinidades e debatem facetas diferentes de um mesmo tema; ou  então, debatem temas distintos, mas que se relacionam por um eixo em comum. 
     
    É assim que chegamos à esta edição #8, 24 de março, discutindo o afastamento e a aproximação dessa cultura experimental, de uma prática que se dá de formas completamente diversas, mas complementares. Por conta disso, temos o prazer de anunciar a participação especial de Bruno Gold em um texto inédito sobre a invenção do Bob: o Moog!
     
    Em sua série de ficções musicais, Natália Keri escreve “Erupção”, inspirada na música “junho de 2013”, de Daniel Puig, enquanto em suas respectivas colunas, Daniel Gorte-Dalmoro, Francisco de Oliveira, Ivan Chiarelli Sérgio Abdalla discutem outras obras experimentais. No paralelo, Tiago de Mello levanta questionamentos pertinentes sobre o dinheiro e a cultura.
     
    Lembrando que semana passada tivemos a linda*4, com um texto sobre Fortaleza, por Eric Barbosa. E na próxima semana, teremos mais um texto dessa série especial: Magno Caliman fala do que acontece em Vitória/ES.
     
    Por fim, mas não menos importante, aproveitamos uma vez mais a convidá-lo a conhecer, ler e baixar a linda-em-pdf, uma edição especial de 1 mês da revista. E também a comentar os textos que estão aqui, aproveitando para entrar em contato com seus autores.
     
    Desejamos a todos uma agradável leitura!

     

    BRUNO GOLD: A grande revolução de Bob.
    Tem o Dylan, o Marley, o McFerrin, o Brown, e uns tantos outros deixados de lado.

    DANIEL GORTE-DALMORO: Crítica à minha obra deletada
    Não chegou a terminar de ler e me devolveu, escolhendo as palavras. 

    NATÁLIA KERI: Erupção
    É a hora de fechar o ciclo e de voltar vitorioso para o lar.

    IVAN CHIARELLI: da origem das ideias
    A linearidade do processo musical não anula a criatividade e o interesse em seu resultado final.

    TIAGO DE MELLO: Dinheiro de cultura
    música experimental é algo que simplesmente os ricos podem experimentar?

    FRANCISCO OLIVEIRA: Lembrando Wyeth
    Botei uma lupa nos “inho-inhonho-tóim-óim-óim”: aumentaram-se suas distâncias.

    SÉRGIO ABDALLA: Morton Feldman me enganou
    Indica como quem aponta com o dedo, e o ouvinte, que é mais como um cachorro do que como um gato, não consegue deixar de olhar para onde ela aponta.

     

    Próximas edições:

    *5, 31 de março, com Magno Caliman
    #9, 7 de abril, com os colunistas regulares

     

    linda!

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