*7, 28 de abril

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  • Flora Holderbaum

    Quando convidamos a Flora Holderbaum para nos contar como as coisas iam em Florianópolis, ela topou de pronto, mas ressaltando:

    “As coisas aqui em Floripa não aparecem muito experimentais, mesmo ampliando o conceito… Eu vou fazer um trabalho fino e creio que podem revelar-se coisas super interessantes…”

    Algum tempo depois, a Flora entrou em contato perguntando se poderia estender o prazo de entrega:

    “Percebo que pra falar de experimentalismo vou entrar nas bandas de rock progressivo e outros tipos, passar por um grupo de bandas que trabalham uma sonoridade mais punk… Precisava garimpar mais isso!”

    Insistimos que ela mantivesse o prazo, sobretudo porque suas mensagens denotavam não apenas um profundo conhecimento da real Cena Experimental, mas também uma paixão pelo conhecimento e pela descoberta. O que recebemos hoje foi um texto incrível, passando por, senão todos, quase todos os possíveis experimentalismos sonoros da Ilha! Sem mais delongas, recomendamos que você vá direto ao texto e acompanhe cada link e cada sugestão de escuta que ela nos faz!

    Lembrando que no próximo número da linda* será o primeiro texto sobre uma capital do Centro-Oeste brasileiro: o Bruno Abdala trará como vão as coisas em Goiânia. E que os demais textos da série Música Experimental no Brasil você pode ler aqui.

    E, como sempre, desejamos a todos uma agradável leitura!

     

    FLORA HOLDERBAUM: Do Experimental Sonoro na Ilha de Santa Catarina
    Penso que o mais difícil de repassar num texto sobre a ilha é esse paradoxo de quem se apaixona e se abandona, fixando morada no lugar encantado de natureza, e de alguma forma assim, perdendo alguma coisa a mais do mundo, isolando-se nesse êxtase idílico

     

     

     

    Próximas edições:
    #11, 5 de maio, com os colunistas regulares
    *8, 12 de maio, com a participação especial do Bruno Abdala

     

     

    linda!

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