1 Posted by - 10/07/2016 - #5, ano 3, #coluna colaborativa interamericana, fê luz

  • para infra-possibilidades onde x+y= 3mp

     

    Tempos de vi´rgulas que servem para números e letras.
    De sinais que desenham as falas onde se lê seus ruídos,
    e cantam soletrando a imagem, frame a frame./////
    Onde a poesia não alcança o corpo, pois [a escrita’xº,
    desestabeleceu>}o princípio do poema < . jpg : Do mesmo
    modo, o corpo fala aonde a palavra não chega!
    ,;.´;.~,.ç-p95jdfkbd~ç,~ç, __P_dowe6ref////².jpg.
    ~Na alegria dos pássaros ´tudo se desenha com ar ou
    sem‘. Alimentando desejos de equilibrar a fome à
    busca,.{Para quando se formarem as nuvens, e delas o
    estado do talvez, in-derivar imprimindo letras no chão,
    com açúcar cristalizado azul, na beira da praia onde se
    diz ‘conforto’…No calor das palavras deste ml<<98*
    infra*-talvez, (( revestido de sistema,
    entre letras, números e sinais, cheio de vazão por si
    mesmo; na comunicação entre seres, pássaros e tempos.-
    “’::.,^´~,;.´;~;}]}}º :::::: ) ) )) ))))))) ))))=
    )Tempos de se pensar sobre ‘teoria da inflação cósmica’
    e aprofundar ideias, onde senha é poesia no cotidiano
    (subliminar real). Lx46 ^Sinais que falam; palavras que
    produzem sons, efeitos que se cruzam. ()Na química de
    elementos, o seu laboratório do fazer: >alquimia
    sensorial antes do agora, ou do depois<
    !O pós neo + super ultra + poli concreto que virou
    infra-fazer, ruído que ad infinituun – multipplica-se
    nas eras das esferas comunicativas da linguagem.
    +[Experimenta silêncio-sombra-sal… que escreve sobre
    as impossibilidades, para exercitar os músculos
    do futuro.´~ )))) ))))
    gt;No infra-clipto: estado da fórmula, do código, do
    programa, do dispositivo, do aplicativo, nos sensos dos
    sensores do meu poema de parafuso; os raios
    ultraviletas esqueceram nas pedras, a palavra
    original.<… Onde vaga essa palavra tonta, dissipo-me
    em vírgulas, parêntesis ou colchetes; sinais que me
    traduzam!

     

    Fê Luz

    artefeluz.wordpress.com

     

     

    Para Saber Mais:

    * sobre infrapoesia : infrapoesia, é um movimento de arte contemporânea proposto pelo multiartista Pedro Paulo Rocha, a partir de cruzamentos poéticos pós concretos, que funciona como difusor de sistemas artísticos para além da feitura ou do conceito.  É a própria existência do fazer poético entrelaçado às artes (cinema, pintura, performance, fotografia, arte digital, dança, música…) e suas correlações de vida (filosofia, ciência, biologia, astrologia, eletrônica, mecânica, química…).  Apropriando-se de sistemas de funcionamento (desde a escrita rupestre até os programas de computadores, para além do teletransporte), resignificando o fazer da poesia e a atemporalidade ou intemporalidade a partir do ruído que se fragmentou da poesia concreta dos anos 50/60.

    “A palavra Infrapoesya traduzida ao infinito de todas as línguas, até que se crie uma geração maquinal de erros de transposições fraktalizantes, de sentidos e significados nas sonoridades nascidas do glitch, de letras interpenetradas por letras disparadas, já para fora do seu corpo tradutório de partitura de design. É mais um pixo indecifrável, diretamente um vírus fractal intraduzível para a estrutura-linguagem sem transposição. Um transbordamento eletrônico imediato atual virtual tela-corpo. O poema conectivo sem senha linguística, o eclipse disruptivo do poema visual, o pixo do signo, o ruído kaotyko da forma, o Rayo ezkuro na yryz kLarA”. Pedro Paulo Rocha (www.flickr.com/photos/pedropaulorocha/sets/72157636923290256/page2)

    Capa: a escrita ‘xo, desestabeleceu o princípio mp3 do poema https://issuu.com/feluz/docs/palavra_em_fluxo

    Participe aqui.

     

    Fê Luz é poeta multimídia, Bacharel em Artes Plásticas pela UDESC/2002 em Florianópolis, onde reside desde 1983. Nasceu em Araranguá-SC-Brasil em 1976, iniciando sua trajetória artística em 1997. Propõe em seu trabalho a intersecção entre todas as artes e diferentes suportes/investigações para a poesia, praticando-a como forma de expressão híbrida. A partir de uma prática multidisciplinar desenvolve projetos individuais e coletivos. Atualmente vem trabalhando com mais intensidade com Intervenção Urbana, Videoarte e Poesia Sonora, desenvolvendo textos, sons e imagens para Performances em Dança e Teatro. Seu trabalho circula também pelo Objeto, Pintura (mural e tela) e desenho. É autora de três livros de poesia, com os dois primeiros premiados e dois outros prêmios coletivos com arte de rua e artes plásticas. Seu trabalho já circulou entre as cidades de Florianópolis, Itajaí, Blumenau, Curitiba, Porto Alegre, Londrina, Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Cuba, Granada, Barcelona, Genebra e Lisboa.
    Canal de vídeos: www.youtube.com/channel/UCoMW-qbZvx4fFIXdGlsNJ4w
    Sons: soundcloud.com/feluz canal áudios

     

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