#9, ano 2, editorial

1 Posted by - 28/09/2015 - #9, ano 2, editorial

  • Olá aos leitores da linda. Chegamos à nona edição deste ano com uma revista especial no prelo (linda#2). Mês passado, que era o Mês da Cultura Independente (MCI) em SP, o NME, entidade cultural que produz esta revista que vos fala, realizou um grande concerto onde, segundo a prefeitura de São Paulo, “[o] coletivo NME comemora quatro anos e mais de 50 concertos, oficinas e programas de rádio realizados com uma mostra de atividades que valoriza a experimentação e a relação da música com outras linguagens artísticas.” :)

    Estamos muito contentes pelo que foi alcançado até agora. Temos mais por vir. Só fazer as contas: se, em 4 anos de NME (e quase dois anos de linda), chegamos aqui, imagine-se em dez, vinte…mas contamos com sua colaboração, que, por ora, será a leitura desta revista feita com carinho!


     

    Agora, já quanto a este mês:

    temos Alessa, que está com o pé quebrado (ou só luxado, Alessa, o que que deu no exame?), e por isso foi a um concerto de ressonância magnética privado, feito só para ela; temos Adam Matschulat, que ficou contente quando um veterano (se é que a palavra cabe a um compositor que não foi à guerra) da eletroacústica Venezuelana, Jacky Schreiber, participou com uma faixa na Vanguarda Latino-americana de Nova Música; temos Henrique Iwao, que resenha desta vez um álbum do dehors, também chamado dehors e que, apesar de ter sido lançado pela Seminal Records, co-dirigida pelo próprio Iwao, foi lançado de forma anônima – talvez Henrique tenha sido ludibriado por seus colegas!; temos Ivan Chiarelli, que continua em sua semi-série (já que não sabemos onde dará) sobre tempo no oriente em relação ao tempo do ocidente, despido o assunto (à força de muita pesquisa) dos clichês sobre zen e coisas lindas aos quais estamos acostumados; temos Cau Silva contando das suas primeiras (e um pouco chocantes, ao menos para ela, menina de dez anos à época) experiências em arte, e de como ela traz isso de lá para cá – e de como é escrever na linda…; e, como se diz, por último mas não menos importante, temos Flora Holderbaum com um poema confessional de-lírico que deságua na compositora Maja Ratkje – vocês conhecem, leitores?

    Temos, também, André Damião ilustrando a linda deste mês como artista convidado, com Narva, “uma série de objetos de Música Móvel Crítica “, segundo ele. MMC.

    Desejamos a todos uma agradabilíssima leitura!

     

    Sérgio Abdalla, editor

    1 Comment

  • Flora Holderbaum 28/09/2015 - 20:06 Reply

    Adorei o “de-lírico”

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