#8, ano2, editorial

4 Posted by - 31/08/2015 - #8, ano 2, editorial

  • Olá aos nossos leitores!

    linda está em sua oitava edição online do ano de 2015, trazendo sempre uma heterogeneidade de visões e discursos sobre cultura eletroacústica. Neste mesmo mês, o NME faz seu 4º aniversário. As comemorações abriram-se com um concerto com o compositor tupi-austríaco Igor Lintz-Maues, e seguem ao longo desse mês. Quinta-feira 03/09 haverá grande evento com participação de muitos músicos no CCSP, em São Paulo.

    Escrever o nome da cidade neste editorial nos lembra como a linda, apesar de sediada em São Paulo, gosta e quer ser uma revista do mundo, ou ao menos do Brasil inteiro. Não é simples tarefa, todavia…

    brasil inteiro_linda

    Este mês, temos um texto especial para a linda por Guile Martins, que escreve-nos de Goiás, falando sobre Mitar Subotić, o Suba, produtor musical sérvio que trabalhou por um bom tempo no Brasil; Cau Silva fala da estética que a cidade imprime em nós e nos faz imprimir em nossas coisas: pixo, grafite, Stockhausen; Luis Felipe Labaki fala do primeiro curta-metragem de Glauber Rocha e de sua confessa mas mal-explicada “montagem sonora em música concreta”; Natália Keri escreve a partir da fotografia de Daniel Puig, de onde ainda Henrique Chiurciu faz uma música; Henrique Iwao resenha um álbum das Mercenárias de 1983, relançado agora em 2015 em vinil 7′ e formato digital, e nisso passa pelo ânus e por Beatriz Preciado; Ivan Chiarelli fala sobre temporalidade e diferença e sonoridade no oriente segundo compositores e pesquisadores de e sobre lá, anciãos e novos; Flora Holderbaum fala, junto com Leandro de César,Rodolfo Valente e Marcela Lucatelli, de Curandehits, performance realizada por todos eles sobre peças desta última, Marcela.

    Parece uma edição bastante heterogênea…


    …e mesmo assim, reticentes, lembramos que esta é uma revista colaborativa, e que os interessados em colaborar da forma que acharem que a revista precisa ou merece ou da forma que quiserem podem sempre nos contatar!


    Mario Brandalise Baril, um músico de ruído, ilustra a edição desse mês com suas figuras de certa forma assustadoras, ou talvez simplesmente íntimas, ou ainda nenhum dos dois e somente bonitas ou feias, ou ainda nem isso. Nelas, “estuda a retroalimentação da sua produção em pintura e fotografia”, “ora gravando em madeira desenhos produzidos sem pretensão, ora retalhando meticulosamente imagens cristalizadas através do processo fotográfico, próprias e apropriadas. Explora a gravura como o faz com o silêncio. Gritando”…

    Desejamos a todos uma ótima leitura!

    Sérgio Abdalla, editor

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