#7, ano2, editorial

0 Posted by - 27/07/2015 - #7, ano 2, editorial

  • Pedimos perdão por enganá-los com a chamada deste editorial na homepage, onde se lê “aqui tem um bando de:“. Ela não tem nada a ver com o assunto.

    Então:

    Olás a todos os nossos leitores de sempre e mais um olá aos novos! Ou ao menos esperamos que haja novos! Sem essa esperança não estaríamos aqui fazendo essa revista. Tem sido, então, muito bom conhecer alguma pessoa nova e descobrir que ela conhece a linda. Isso quer dizer que nosso trabalho tem ido além de nós, além dos lugares onde conseguimos colocá-lo, digamos, manualmente. Tem ido além do nosso controle. Nesse sentido, perder o controle sobre a difusão dessa revista é tudo o que queremos!

    Daqui a alguns meses, lançaremos nossa segunda edição impressa, e já estamos preparando nossos textos. Daqui a um mês, o NME, grupo e lugar de onde vem a linda, fará seu 4º aniversário. Este mês, temos de volta o Ivan Chiarelli, velho conhecido – talvez algo como um ex-recolunista? – falando sobre os começos da escrita em música, que talvez tenham sido na pedra.


    Hoje, exatamente hoje, lançaremos nosso primeiro newsletter, a nossa assinatura da linda, que, obviamente ou não, chamamos de “assine a linda”! A quem quiser receber, é só inserir o email no espacinho à direita de todos os textos, inclusive desse, onde se lê Receba a atualização mensal da linda no seu e-mail! Cadastre-se”. Deve dar pra ver, ou ao menos assim a gente espera…


    …e não sabemos muito o que esperar por aqui. Qual é o nosso assunto nesta revista, exatamente? Afinal nosso tema sempre se expande, a cada edição. Veja bem: Henrique Iwao, nessa edição, fala do disco The ancient balance to control death,  de Tetuzi Akiyama, algo sobre indecisão, não saber tocar, não se entender letras; etc.; Lilian Nakahodo fala de sua experiência com o NMEchá#4; Flora Holderbaum chegou a um limite em sua coluna sobre poesia sonora e traz um texto em estado de alerta; Cau Silva fala do acaso e de como ele entrou explicitamente na arte a partir da vida do vivente do séc XX, um grande acaso muito caótico; a coluna de Natália Keri deste mês vem com a Música Rosa de Cainã Vidor – ambos, texto e música, feitos sobre as fotografias de Maria Paula Ferraz Dias; Lucas Rodrigues Ferreira diz que talvez associar o funk ao nome “eletroacústica” seja uma ofensa ao funkAdam Matschulat, excepcionalmente aparecendo duas vezes, tem em sua coluna mensal uma resenha do disco Mikrokosmika, de Alejandro Briana; e recebeu resenha desordenada por Sérgio Abdalla (este mesmo que vos escreve!) do lançamento de seu disco Desordem, que ele assina simplesmente como Matschulat.

    Ainda do mesmo Sérgio Abdalla (ainda este mesmo que…), temos como paisagem desta revista as a+b, ilustrações de glitches (erros digitais) + erro, já que uma imagem toda linda em seus erros digitais estetizados não tem mais, talvez para nossa tristeza, nada de errado, e talvez nossa única tarefa seja inserir um mínimo de negatividade em cada uma delas…

    E uma ótima leitura a todos!

    Sérgio Abdalla

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