#6, ano2, editorial

0 Posted by - 28/06/2015 - #6, ano 2, editorial

  • Olá!

    Esta é a edição de junho da linda. Como esta revista versa sobre as coisas mais diversas que se pode associar com uma possível cultura eletroacústica, não paramos de agregar novos colunistas – cada um com novas referências, novos mundos de vida, novos amigos, novos inimigos, tudo que um colunista tem. Para este mês, trouxemos Cau Silva, que escreverá sobre questões das artes plásticas e e suas tangências com o mundo musical ou sonoro [ou sabe-se lá!].

    Além disso, esta revista está pegando fogo!, mas já apagou. Larissa Taketa é a artista convidada do mês, e apresenta os Vestígios – de incêndios, de alguma forma biológica, de alguma ideia que se perdeu, de alguma coisa, enfim.

    Temos a segunda edição de nossas palavras estrangeiras [com nome em inglês, Foreign Words], texto em inglês de Anne La Berge e David Dramm, ambos co-fundadores do espaço em Amsterdam que tematizam no texto, o Splendor, que é dedicado à música em geral, o que faz com que ele inclua o que chamamos de música experimental juntamente e sem distinções com o que chamamos de música clássica e talvez com o que chamamos música popular e talvez também música assim-assada etc coisa assim. Quantos lugares assim no mundo o leitor conhece? Se conhece alguns, talvez goste de conhecer o Splendor!, e, se não conhece nenhum, o mesmo!

    E cá estamos nós, os de sempre: Luis Felipe Labaki, como obstruções abrem portas (quando falamos de composição); Henrique Iwao, resenha de um disco silencioso de Raquel Stolf / resenha de possibilidades de silêncios; Julia Teles, como a produção de interesse pode virar uma restrição (muito obstrutiva!) a se produzir unicamente o que supostamente seria interessante; Flora Holderbaum, máquinas destruindo nossa voz puramente biológica, que já era hora, e construindo talvez uma voz mais da hora, maquinal; Natália Keri, continuando sua série de sobre-escritas, desta vez acompanhada das Continuidades (, música) de Felipe Merker Castellani e da boneca de marte (, par de fotos) de Carol Neumann; ainda, Alessa, que fez mash-up sob encomenda e se descobriu uma espécie de socióloga da música pop, e sintetizou até algumas estatísticas; e, por fim (mas não no fim desta revista sem fim, e sim só ao fim desse editorial), Adam Matschulat, falando, a propósito de Volar, obra de Patrícia Martinez, que a integração entre modo (meio) de produção e resultado sonoro é muito importante.

     

    Desejamos a todos uma ótima leitura!

    Sérgio Abdalla

    No comments

    Leave a reply

    Full Screen Popup Powered By : XYZScripts.com