#5, ano2, editorial

0 Posted by - 25/05/2015 - #5, ano 2, editorial

  • Aos nossos leitores, olá. Publicamos, aqui, nossa quinta edição mensal deste ano de 2015, com os últimos 4 [quatro] dias de nosso financiamento coletivo! Sua contribuição seria de enorme importância para esta pequena revista colaborativa, que não vive da sorte, mas sim de pequenas decisões políticas: catarse.me/pt/linda  :)


     

    >>> Lançamos, também hoje!, a linda-iv, nossa 4ª [quarta!] compilação português/inglês em pdf. Nossos melhores textos [ao menos segundo nossos autores!…] deste ano de 2015 até agora estão lá, editados com todo o cuidado numa edição perene, para guardar em casa ou ler na rua, diferente da rápida substituição das nossas novidades online. Temos, também, uma entrevista inédita com a compositora belga Annette Vande Gorne – isso só lá, na linda-iv!

    Leia online em português aqui. Mande para seu colega que não fala português esse link aqui. Ou, se preferir baixar e ter o arquivo pdf em seu computador: linda-iv português  /  linda-iv inglês


     

    Outra novidade: Henrique Iwao é nosso mais novo colunista, e escreverá mensalmente resenhas de discos. Este mês, falou sobre um disco de Anton Maiden, cover adolescente tosco-trágico de Iron Maiden. E, voltando à nossa programação habitual, temos Alessa, sobre favela gothic high tech e favela chic; Luis Labaki, sobre as terríveis e lindas modelagens corporais 3d que nos assombram desde os anos 90; Chico e Max, objetividade nas redes sociais e no contraponto do séc. 17; Caio Kenji, cheio de perguntas – felizmente ou não – sem resposta; Natália Keri, Gustavo Germano e Elisa Campos – respectivamente, palavras, sons, imagens; Lucas, dizendo que tem música que é de um e tem música que é de dois; Julia Teles, falando das dialéticas da cobrança por trabalho; Adam Matschulat, falando de uma peça eletroacústica autobiográfica [!] de Jorge Sad Levi; Bruno Fabbrini, com sua coleção de cenas e memórias sonoras; Roberto Votta, traçando o caminho histórico da extensão das técnicas musicais; e Flora Holderbaum, continuando sua série sobre poesia sonora e seus entornos – você sabe do que se trata?

    Élcio Miazaki, que já é de casa, ilustra esta edição com suas Cabeças-estudos, que considera como 

    uma série ainda em processo, estudos iniciados com retratos antigos de pessoas que provavelmente não estão mais vivas nos dias atuais. Com a pesquisa, deparei-me com o fato de que houve também a prática de fotos post-mortem (‘pós morte’ em latim), como forma de homenagear entes que acabavam de falecer. Corpos sem vida eram sustentados por peças de madeiras para criação de poses e rostos maquiados (olhos chegavam a ser desenhados até em cima das pálpebras, de forma a ser devolvida certa vivacidade)”.

    Uma ótima leitura a todos os leitores que, por sorte ou decisão, chegaram até aqui!

     

    Sérgio Abdalla

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