#3, ano 2, editorial

0 Posted by - 30/03/2015 - #3, ano 2, editorial

  • Chegamos ao final de março começando um novo projeto na nossa linda revista sobre cultura eletroacústica. Estamos lançando uma proposta de financiamento coletivo pelo Catarse para que consigamos lançar mais uma (já temos uma) edição impressa especial e um anuário! A edição impressa especial é especial :) , e terá textos encomendados só para ela; o anuário é nossa proposta de compilação de tudo o que fizemos no ano passado (foi muito!…). Clique aqui e veja do que estamos falando.

    Temos uma colunista estreante, a Flora Holderbaum, que acaba de chegar a São Paulo (mas não por isso!), e que falará em sua coluna mensal sobre poesia sonora. Temos Sanannda Acácia, artista convidada do mês, ilustrando a revista (imagens + capa + fundo) com sua Malfeitorias. E temos nossos colunistas regulares, que uma revista não pode ser feita só de novidades, ainda que todos os textos sejam novos!

    Luis Labaki não sabe mais se é o filme que melhora a música malvada ou se a música malvada passa melhor (e fica mais malvada) sem o filme; Lilian Nakao Nakahodo propõe que façamos mashup com tudo, e principalmente com discursos políticos; Caio Kenji desmonta e remonta brinquedos sonoros afim de desmontar sua música; Luisa Puterman conta-nos uma fábula cósmica sobre o som, e por onde ele andou; Tiago de Mello traz sua guitarra de compositor e propõe que ela não é a mesma que a guitarra do guitarrista, ainda que use uma ZOOM 505II; Daniel Puig entrevistou Didier Gigue, compositor e musicólogo importante em nosso cenário nacional; Chico e Max versam sobre o tesouro cosmológico que é a música, e pensam que ela exatamente essa, mas poderia ser outra!; Adam Matschulat traz sua resenha desse mês sobre o Cola de Zorro, banda chilena; Alessa dança enquanto grava o espaço com microfones binaurais; Sérgio Abdalla sugere que o compositor de música acusmática é um desenhista; Roberto Votta fala da relação entre fascismo, guerra, bolchevismo e futurismo, a propósito do poeta Marinetti; Natália Keri e o Grupo Obra Aberta fizeram um texto e uma música após (ou sobre) a fotografia de Ricardo Miyada; Bruno Fabbrini pensa em cortar sua própria orelha e se furtar à infinitude musical que nos rodeia pra ver o que resta; e por fim mas não menos importante, Julia Teles quer pensar como fazermos para conhecer mais e mais compositoras, e não menos e menos, já que elas com frequência vêm no fim mas de fato não são menos importantes!

    Desejamos, por fim e mais importante que tudo, uma ótima leitura!

     

    Sérgio Abdalla

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