*16, 22 de setembro

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  • Missionário José

    Hoje, amigos, vamos passar por Reginaldo Rossi, pelo IRAQ [sic] e pela etnomicologia [!].

    Colocamos a linda no mundo não como uma revista missionária, mas sim como uma abertura de horizontes, querendo abordar as muitas missões e profissões de fé da música experimental de todas as formas que nos fossem possíveis. Uma delas foi explorar o Brasil conforme a música experimental, e essa música conforme seus praticantes ao redor da federação.

    Chegamos à nossa 16ª edição especial Música Experimental no Brasil. O nosso convidado é, ele sim, um missionário, o Missionário José, produtor musical e pesquisador, que vem nos contar de como anda e andou a música esquisita em Recife! Ele nos fala de nomes e espaços, e diz que a capital pernambucana está firme e forte como pólo de “resistência à hierarquia política imposta pela “Capital” ” – seja a Capital [com maiúscula] onde for, como for, o que for.

    Uma certeza que essa nossa empresa de cobrir o Brasil inteiro trouxe foi que, se existem Capitais maiúsculas e dominantes por aí contra as quais devemos lutar, existem muitas capitais que têm voz própria das quais talvez não saibamos tanto, e das quais queremos saber!

    E não deixem de assistir aos vídeos e às músicas dos muitos links do Missionário, que eles têm bastante a dizer por si próprios.

    Lembramos que a linda impressa está à venda no site da Editora Medita, e com entrega pro Brasil e pro mundo [mundo!]:  http://www.editoramedita.com.br/#!prximos-livros/cz53

    Desejamos a todos, então, uma agradabilíssima leitura!

    Missionário José: Música experimental em Recife
    Recebendo o convite para escrever este texto, eu me senti um pouco como o saudoso Reginaldo Rossi no seu clássico “Recife, minha cidade”: vem cá que eu quero te mostrar a minha cidade, o meu lugar.

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