#14, 23 de junho

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  • #14

    No meio da copa, eis que a linda de meio de ano chega ao ar! Dois dias depois do Solstício de Inverno aqui no Hemisfério Sul, quase desapercebido, o ano dobrou a esquina e começou a ficar mais próximo do seu fim que do seu começo.

    E a linda, como quem não tem nada com isso, segue com a qualidade e o interesse de sempre…

    Aqui, o Ivan Chiarelli continua suas discussões sobre a apreciação musical, desta vez tabelando com o estetoscópio do Bruno Fabbrini. Já Julia Teles fala um pouco sobre o seu instrumento, o Theremin, um dos primeiro instrumentos elétricos de todos os tempos, discutindo para além de suas funcionalidades clássicas.

    Sobre o classicismo da música, também fala o Tiago de Mello, falando sobre as escolhas dos Grandes. E a Natália Keri inicia uma nova jornada, desta vez ao lado desses (e hoje, escrevendo a partir das Presque Rien do Luc Ferrari).

    Por fim, Francisco de Oliveira e Sérgio Abdalla, cada um a sua maneira, falam do ofício do compositor, seja pela ótica do Movimento Músiva Viva, seja pelos ratos mortos nas garrafas de Coca-Cola.

    Como sempre, desejamos a todos uma agradabilíssima leitura!

     

    SÉRGIO ABDALLA: fazer música não é legal; coca-cola com rato dentro

    TIAGO DE MELLO: Luc

    NATÁLIA KERI: Morno

    JULIA TELES: Theremin: invenção e usos

    IVAN CHIARELLI: ambiguidade como sistema

    BRUNO FABRINNI: coração musical

    FRANCISCO DE OLIVEIRA: Piquenique com Koellreuter

     

    Próximas edições:
    *11, 30 de junho, com Heather Dea Jeannings!
    #15
    , 7 de julho, com os colunistas regulares!



    linda!

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