#13, 9 de junho

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  • #13

    Nessa última semana, saiu uma materia na Folha de SP sobre companhias aéreas que excluíram as fileiras de número 13 dos seus aviões, para evitar o “pânico” de seus passageiros. Pois bem, e eis que chegamos no #13 da linda, com nada a evitar ou excluir: mais uma edição muito interessante e com diversos temas transpassados pelos autores!

    Em especial, temos a estreia hoje da Luisa Puterman, que passará a integrar o corpo de colunistas especiais da revista. Seu primeiro texto traz considerações sobre o começo da experiência sonora. Tema também tratado pelo Rodrigo Faustini em seu texto. E, além disso, sobre começos também, o Luis Felipe Labaki fala sobre começar a utilizar microfones binaurais para gravação de campo, se perguntando, inclusive, sobre a ética dessas gravações.

    Uma parte da revista é dedicada a processos criativos aplicados, nos textos dos Bruno Fabbrini, Ivan Chiarelli e Tiago de Mello. E, em considerações mais abrangentes, fala também o Sérgio Abdalla.

    Por fim, a Natália Keri fecha seu ciclo de textos criados a partir de músicas eletroacústicas inéditas com a participação da Marilia Vasconcellos e do Ladislau Kardos.

    Como sempre, desejamos a todos uma agradabilíssima leitura!

    LUISA PUTERMAN: Um Pequeno Prefácio

    SÉRGIO ABDALLA: não contra a sedução

    TIAGO DE MELLO: A outra pele da serpente da Gabriela Salvador

    IVAN CHIARELLI: concurseiros

    RODRIGO FAUSTINI: Trauma auricular

    BRUNO FABBRINI: Processos Criativos – Casa das Caldeiras (Monstruocidades)

    NATÁLIA KERI: Pela última vez

    LUIS FELIPE LABAKI: Andar binaural

     

    Próximas edições:
    *10, com Damián Keller, falando sobre Rio Branco
    #14, com os colunistas regulares

     

     

    linda!

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