#11, 5 de maio

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  • #11

    Iniciamos um novo mês na linda com uma edição cheia de textos! E, uma vez mais, de coincidências e continuidades. O Bruno Fabbrini e o Daniel Gorte-Dalmoro decidiram dar uma lida no Oliver Sacks. Já o Tiago de Mello dá continuidade a algumas discussões que o Bruno trouxe nos seus textos anteriores, enquanto o Luis Felipe Labaki discute a ideia o último texto do Tiago.

    O Ivan Chiarelli revela a conversa que teve com o Dudu Tsuda, sobre a qual já tinha falado na outra edição. E enquanto o Rodrigo Faustini vê o encontro da música eletroacústica com o rock, a Nicole Patrício encontra o Einstein na Praia e o Sérgio Abdalla fala sobre o gravar e o ouvir, em estúdio. E o outro encontro desta edição é o da Natália Keri com o compositor croata Davor Branimir Vincze.

    Por fim, anunciamos que estamos nos trabalhos finais para a linda-em-pdf#2, 18 de maio, que virá com várias novidades! E, para pré-comemorarmos nossa lançamento, publicamos hoje o texto que saiu inédito na linda-em-pdf#1, 18 de fevereiro: de Gustavo Germano, a Música Visual de Stan Brakhage!

    Lembrando que semana passada tivemos o ótimo texto da Flora Holderbaum sobre a música experimental em Florianópolis, e que semana que vem o Bruno Abdala nos contará como vão as coisas em Goiânia

    E, como sempre, desejamos a todos uma agradável leitura!

     

    GUSTAVO GERMANO: A Música Visual de Stan Brakhage
    Recentemente, assistindo a uma série de filmes mudos contidos na compilação By Brakhage: an anthology, me dei conta de estar involuntariamente escutando as imagens.

    SÉRGIO ABDALLA: tocar forte para gravar forte para ouvir baixinho
    se a vida for decalque, dá pra viver baixinho pensando forte.

    TIAGO DE MELLO: A casa dos ventos uivantes
    “Que bucólico, ouvir essa música em seu habitat natural!”

    BRUNO FABBRINI: Música Eletro (Visual-Motora-Gestual-Sensitiva) Acústica
    olhe pra algo estático – pra uma parede por exemplo – e pense em como poderia representar o som desse objeto? 

    DANIEL GORTE-DALMORO: Daltonismo auditivo
    se tivesse algum equivalente auditivo à minha falha visual, um daltonismo acústico, algo assim, eu saberia o porquê da minha precariedade.

    NICOLE PATRÍCIO: Minimalismo de vidro
    Foi aí que ele me apresentou um cara chamado Philip Glass e seu “Einstein on the Beach” (que nome genial!).

    RODRIGO FAUSTINI: Aquele álbum ruim do Spooky Tooth
    Existiria, talvez, um encontro legitimado e bem-sucedido entre o rock e a composição eletroacústica?

    NATÁLIA KERI: Enterrado
    Lembro de ouvir o portão batendo bem forte e de mamãe falando alto. 

    LUIS FELIPE LABAKI: Travelogue: KuLe Theatre, plateia, riso
    Havia alguma coisa potencialmente muito cômica na figura daquela mulher enrolada em mangueiras plásticas

    IVAN CHIARELLI: Conversa com Dudu Tsuda
    Conversamos no jardim dos fundos da casa de Tsuda, tomando chás, ouvindo música country dos anos 1940 em discos de vinil, na companhia de dois gatos e um cachorro (este último desesperado por atenção).

     

    Próximas edições:
    *8, 12 de maio, com Bruno Abdala
    #12, 19 de maio, com os colunistas regulares

     

    linda!

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