#10, 21 de abril

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  • #10

    Se já comemoramos o passar do primeiro mês e ou das dez primeiras edições da linda, hoje chegamos à marca de 10 edições apenas com colunistas regulares, as linda#s. Lembrando que o editorial é livre aos autores, para que escreveram o que lhes interessarem dentro do que venham a considerar “cultura eletroacústica”.

    E mesmo assim, temos acompanhado o surgimento de diversas sortes de coincidências! Nesta edição, por exemplo, há um grande tema latente: a tradição musical. Assim, se os textos do Ricardo Lira e do Francisco de Oliveira complementam-se em suas discussões sobre a composição musical como um ato posto no tempo, Tiago de Mello busca discutir a construção da tradição da música de invenção brasileira a partir de um de seus fundadores: Gilberto Mendes. Enquanto isso, Sérgio Abdalla conversa com o Luis Felipe Labaki sobre essa história e a sua atualidade, e o Ivan Chiarelli, em uma conversa com o Dudu Tsuda, lembra da importância do conceito do 間, e não só pra tradição japonesa!

    Já a Natália Keri continua sua série de textos criados a partir de obras inéditas, desta vez com uma obra do sueco Jay Nein Sane, para um instrumento muito peculiar: o Halldorophone. E o Daniel Gorte-Dalmoro escreve sobre uma obra da Viviane Barbosa!

    Lembrando, por fim, que semana passada tivemos a ótima participação da Lilian Nakao Nakahodo falando sobre a cena para a música experimental em Curitiba, e que na próxima semana teremos a Flora Holderbaum nos contando como vão as coisas na capital de Santa Catarina.

    Desejamos, como sempre, uma excelente leitura a todos!

     

    SÉRGIO ABDALLA e LUIS FELIPE LABAKI: não se suporta
    L: respondo perguntando: música eletroacústica precisa ser novidade? 

    TIAGO DE MELLO: Protestem brasilian music
    temos nossas próprias tradições!, temos nossa própria história!

    DANIEL GORTE-DALMORO: Uma encomenda para tecido acrobático
    Resultado: música negada: queriam algo mais apoteótico.

    BRUNO FABBRINI: Orquestra do inferno
    Clack. Cidade.

    FRANCISCO DE OLIVEIRA: Composição “tradicional”?
    Dando o passo da compreensão de que estamos todos, ao compor, a participar de uma história, o termo “tradicional” torna-se um eufemismo para “retrógrado”

    IVAN CHIARELLI: a barreira sem portal
    o conceito japonês ma (), que pode ser traduzido, literalmente, como espaço ou intervalo

    NATÁLIA KERI: Pressa
    Estar em trânsito era o tesão do cara que não queria estacionar em lugar nenhum.

    RICARDO LIRA: Tema e variações.
    em que sentido se poderia falar de uma prática que funda uma nova linguagem musical, a partir do zero?

     

    Próximas edições:
    *7, 28 de abril, com Flora Holderbaum
    #11, 5 de maio, com os colunistas regulares

     

     

     

    linda!

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